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Febre do Nilo Ocidental: entenda os sintomas, riscos e como se prevenir da infecção

A confirmação de casos da Febre do Nilo Ocidental no país acende o alerta para os cuidados contra a infecção. Transmitida principalmente pela picada do pernilongo comum, o mosquito do gênero Culex, a doença viral pode se manifestar de forma leve, mas exige atenção médica imediata em situações de maior gravidade.

Os principais sintomas iniciais aparecem de forma súbita e incluem febre, dor de cabeça, dores musculares e nos olhos, mal-estar, falta de apetite, manchas na pele e vômitos. Na maioria das situações, o quadro se resolve em poucos dias, mas a infecção pode evoluir para complicações severas no sistema nervoso central, provocando quadros como rigidez de nuca, confusão mental, tremores e convulsões. Nesses cenários graves, a internação hospitalar e o suporte intensivo passam a ser indispensáveis.

Como não existe vacina nem medicamento antiviral específico contra o vírus, o tratamento é focado no alívio das dores e na hidratação dos pacientes. Para se proteger, a orientação das autoridades de saúde é reforçar o uso de repelentes, instalar telas em portas e janelas, usar roupas que cubram o corpo e eliminar qualquer ponto de acúmulo de água parada que possa servir de criadouro para o mosquito.

Jornalismo Clube FM 101,1
Marcelo Lucini
DRT/SC 1797

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